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Transição a Jato no Triathlon: parte II 
Na segunda parte do artigo, o colunista do ativo.com Alexandre Gigioli dá mais dicas para se sair bem na 4ª modalidade do Triathlon - a transição
25/10/2009 20:58  | Por Alexandre Giglioli    alexandre@agiglioli.com.br   
 
foto: adam tavares - ativo.com

Finalizando nossa matéria, vamos agora passar pelas transições de meio Ironman e Ironman. Trocas que também são importantes e devem ser rápidas.

Normalmente, nestas duas distâncias todo equipamento utilizado ficará em sacolas fornecidas pelas organização. Variam de 1 a 5 sacolas plásticas, e o maior problema é como organizar tudo isso.

Quando temos apenas 1 sacola é mais complicado, sendo assim, o ideal é utilizar pequenos sacos para não misturar o material de cada modalidade. Já quando temos todas as sacolas disponíveis podemos nos dar ao luxo de até levarmos coisas a mais, em uma eventual possibilidade de mudança climática, ou deixar aquele par de tênis que ainda estamos com dúvida.

Lembro ainda que também dispomos, nas distâncias Ironman, de 2 sacolas para o special needs, uma para a bike e outra para corrida. Mas o que deixar aí? Coisas pequenas, como comida a mais, uma camiseta de manga comprida, um estepe etc.

Nas sacolas o ideal é arrumarmos tudo com calma, fazendo um check-list, e conferir pelo menos duas vezes, e se possível pedir ajuda à algum parente, pois a ansiedade pode levar ao esquecimento.

Voltando para a transição, normalmente as bikes estarão apenas com as garrafinhas, capacete e sapatilhas, todos “presos” nada no chão.

A bike deve estar posicionada de maneira que não enrosque em seu vizinho. O capacete deve estar desafivelado, voltado para você e encima do clipper ou guidão.

Atualmente, a maioria dos atletas já usa a camiseta ou top, embaixo da roupa de borracha ou acaba nadando com ele mesmo. Se este não for o seu caso, deixar a roupa dentro da sacola. As sapatilhas ficam já nos pedais, ou também dentro da sacola.

A área para troca de roupa, nas duas transições, é localizada em grande tendas, masculina e feminina, com bancos, área para hidratação, vaselina, protetor solar e banheiros. Sempre comece a troca de cima para baixo ou vice-versa e sentado. O material de cada modalidade deve ser colocado dentro das sacolas, normalmente os staffs ajudam!

Algumas dicas importantes:

- sempre marcar a posição de sua bike na transição;
- não esquecer do seu número de peito;
- se estiver usando roupa de borracha, você já deve deixá-la na altura da cintura assim que sair da água, pois os staffs ajudam a retirá-la e utilizar condicionador ou vaselina apropriada;
- quando terminar a etapa da natação e ciclismo, visualizar mentalmente o que vai fazer ao chegar na tenda de troca, além de saber em qual cabide estão suas sacolas;
- não entrar em desespero se não encontrá-la, os staffs acabam lhe ajudando, e normalmente está ao seu lado;
- lembre-se que a transição deve ser rápida mas sem desespero.

No útlimo mundial de Ironman no Havaí pudemos observar que as transições T1 e T2, dos profissionais, foram muito rápidas, de 1’30” a 2’. Veja que mesmo em um uma prova de longa duração existe uma preoucupação muito grande com relação a isso, 1 minuto perdido pode significar algumas posições a mais.

Bons treinos! Grande abraço!

Confira aqui a primeira parte do artigo Transição a Jato.

 

 
Colunista:  
Alexandre Giglioli é Diretor Técnico da A. GIGLIOLI ASSESSORIA ESPORTIVA.
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