Anésio Argenton morreu nesta segunda-feira (03/10), em Araraquara, interior de São Paulo. Aos 80 anos, ele não resistiu após uma batalha de oito anos com um câncer no intestino. Quatro anos atrás, uma matéria publicada na Revista VO2 narrou a história deste ciclista, um dos maiores da nossa história e o mais vitorioso na modalidade de pista.
Na época da reportagem, viviamos a expectativa de um Pan-Americano e, assim como hoje, a expectativa de que algum ciclista consiga igualar o feito de Argenton, em 1959, conquistando uma medalha de ouro para o país.
“Eu tinha força e explosão. Meu forte eram as provas rápidas”, contou o ciclista à VO2, com inúmeros sucessos entre 1955 e 1963 e que desbravou – quase solitário – o ciclismo nacional. “Isso é o que mais me consome. Saber que, apesar de todo o meu esforço, poderia ter ido além se tivesse o apoio dos dirigentes”, disse Argenton, no mesmo texto.
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