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Trabalho de equipe

POR ALEXANDRE AGABITI FERNANDEZ e FERNANDO MELLO

Todo amante do futebol fica encantado com as jogadas, os dribles, os gols e a magia de Ronaldinho Gaúcho. A genialidade do craque já o coloca entre os maiores da história do esporte. Todo amante do futebol também sabe que sem um trabalho de equipe, Ronaldinho certamente brilharia menos. Imagine se a bola não chegasse aos pés do craque? As jogadas não sairiam, os dribles não aconteceriam, o mito não nasceria. Enfim, sem o Emerson, o Lúcio, o Juan lá atrás, na Seleção, para roubar a bola e entregá-la ao craque, Gaúcho não seria o que é.

Uma equipe de ciclismo funciona de modo similar. As lendas de Lance Armstrong, Eddy Merckx, Miguel Induráin e outros foram construídas graças ao eficiente trabalho de seus companheiros de equipe. No ciclismo de estrada, em uma prova longa como o Giro d´Italia, organização e planejamento dentro do time são indispensáveis. Quem não faz esse trabalho, simplesmente fica para trás. Um ciclista – por mais talentoso que seja – que não recebe o apoio da equipe não é capaz de vencer uma prova de três semanas de duração.

Os companheiros que trabalham para o líder, chamados gregários, sacrificam suas ambições individuais em nome do sucesso do melhor atleta da equipe. Eles realizam várias tarefas: podem forçar o ritmo para desgastar líderes de equipes adversárias; marcar um ritmo conveniente para o líder em uma etapa de montanha; buscar água para os companheiros junto ao carro da equipe; proteger o líder do vento; esperá-lo quando sofre uma avaria mecânica na bicicleta ou tem um pneu furado, ajudando-o a voltar ao pelotão.

Esse complexo trabalho de equipe você poderá acompanhar de perto durante o Giro d’Italia, que acontece entre 6 e 28 de maio.

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