Receba nossa newsletter e fique por dentro do mundo do esporte!

PUBLICIDADE

Finalmente corri a Meia Internacional de São Paulo. Ainda bem!

Finalmente corri a Meia Internacional de São Paulo. Ainda bem!

Há 19 anos vi a Meia Maratona Internacional da Cidade de São Paulo nascer. Estranho que desde aquela primeira edição no ano 2000, não consegui por motivo ou outro participar da primeira meia paulistana dentre as disputadas atualmente.

E em sua 20ª edição não poderia ficar de fora. Inscrição feita foi hora de buscar o kit no agradável Novohotel Jaraguá que para minha sorte fica a menos de 500 metros do meu apartamento.

Cheguei na sexta-feira por volta das 16h30 e não demorei mais do que três minutos para a retirada em duas partes. Check-in com retirada do número de peito, e, posteriormente, a retirada da sacola térmica que continha camiseta, buff e um achocolatado proteíco.

Uma expo também acontecia no local, motivo de ter voltado no sábado para assistir uma palestra.

Dia de prova, como a meteorologia previa, amanheceu com chuva, mas tempetarura agradável na casa dos 20ºC. Chego na arena uns cinco minutos antes da primeira onda marcada para largar às 6h30. Mais 10 minutos e minha onda, a segunda e última, parte para os 21.097 metros com a chuva ainda fraca.

Leia mais

Atitudes de corrida defensiva na cidade

Constância e regularidade: os segredos da corrida

Dicas de como encarar o vento na corrida

Na avenida Pacaembu tentei não ficar correndo em zigue-zague mas às vezes era impossível por alguns corredores insistirem em fazer paredão. No terceiro quilômetro o fluxo melhora. Encaixei meu pace em torno de 5min/km e lá fomos para a zona central da cidade de São Paulo.

Gostei do percurso e ele deve ser atrativo principalmente para quem não conhece o Centro, embora um pouco sujo, em função da falta de zeladoria da administração municipal.

Pontos turísticos como a São João com a Ipiranga, Edificio Santander, os Casarões de Campos Elísios e o Copan mostravam suas belezas que ficam ocultas quando o olhar não é atento no dia-a-dia.

A prova estava bem sinalizada e postos de água bem dimensionados, o único senão ao meu ver, ficou por conta da água que apesar de ficar sob o gelo estava na temperatura ambiente, já que a primeira onda utilizou as mais geladas .

Dois pontos de isotônico e um de gel completaram o abastecimento que não deixou a desejar.

O percurso de ida e volta com variações, como dito, agradou. No Centro achei que havia um miolo que fazia muitas curvas, mas necessárias para que os 21.097 metros da competição se perfizessem.

A chuva não dava trégua. Pelo contrário, se intensificou. Mais da metade do percurso percorrido e voltamos em direção à arena no Pacaembu.

Um último grande obstáculo que foi a subida de um viaduto por volta do quilômetro 18 era a senha que agora bastava enfrentar a subidinha “engana que eu gosto” da Avenida Pacaembu e correr para o abraço.

Já sem ligar em não mais pisar nas poças, a ordem era chegar. Atravesso o pórtico dentro da minha meta que era ser sub 2 horas (nunca corri acima deste tempo uma meia pura) que era minha meta. A chegada é um alívio. A chuva aperta ainda mais.

Aceno aos corredores que chegam ao lado, o fluxo segue para recebermos água, banana, maçã e uma bonita medalha de finisher da minha 49ª meia maratona, e, desta vez, da competição que sempre quis correr mas que demorei 20 edições para conquistar.

Prova altamente recomendável!

Os textos, informações e opiniões publicados nesse espaço são de total responsabilidade do autor. Logo, não correspondem, necessariamente, ao ponto de vista do Ativo.com

Sobre o autor

Harry Thomas Jr

Jornalista especializado em corridas de rua desde 1999, Harry competiu pela primeira vez em 1994 e desde então já completou 31 maratonas – sendo três sub 3 horas: São Paulo (2h59min30)... VEJA MAIS

Compartilhe por email!