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Ligeira ode à maratona

Ligeira ode à maratona

Em que outra modalidade esportiva um amador pode participar de uma prova juntamente com profissionais, podendo, inclusive, por exemplo, fazer simultaneamente o mesmo percurso que o recordista mundial faz e ser aplaudido pelas mesmas pessoas que o aplaudiram?

Você, caro leitor, que aprecia automobilismo, alguma vez sonhou em largar com seu Chevrolet logo atrás de uma Ferrari no Grande Prêmio de Mônaco? Ou, se fã de tênis, imaginou-se entrando na quadra central de Wimbledon para bater uma bolinha após uma partida do Roger Federer?

Desejou, enquanto ciclista, pedalar pelos clivos do Mont Ventoux em pleno Tour de France? Em 2011, Patrick Makau e eu corremos a Maratona de Berlim. Ele bateu o recorde mundial. A minha medalha por ter concluído a prova é igual à dele.

 

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Medalha eterna

Maratonista longevo

 

John “the Penguin” Bingham, autor da obra An accidental Athlete, enaltece, justamente, o seguinte: “todo aquele que termina uma maratona recebe a mesma medalha. A medalha não muda do ouro pra prata, da prata pro bronze, conforme a colocação na prova”.

Em que outro esporte, salvo no frescobol, claro, não há propriamente vencedores e vencidos?

Os textos, informações e opiniões publicados nesse espaço são de total responsabilidade do autor. Logo, não correspondem, necessariamente, ao ponto de vista do Ativo.com

Sobre o autor

Maurício Lopes

Mauricio Lopes é advogado, editor (fundador da Editora Leblon, que publicou, no Brasil, a obra 50 Maratonas em 50 Dias, de Dean Karnazes), leitor e colecionador de livros sobre maratonas. ... VEJA MAIS

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