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Marílson e a cerveja pós-corrida

Marílson e a cerveja pós-corrida

Atravessei o pórtico na Nike Corre Rio e fui pegar a medalha e a água de coco que, segundo o release da prova, teria 8 mil litros. Ah, se eu soubesse, teria tomado mais umas duas latinhas. Mas o que peguei mesmo foi o santo gelo, até porque o calor estava insuportável.

marilsonAndei mais um tantinho e já na famosa calçada carioca conhecida mundialmente avistei Marílson dos Santos, que já estava sequinho. Na Nike Corre Rio, ele correu light. O maior corredor brasileiro da última década foi para curtir e prestigiar a prova de seu patrocinador. Eu? Bem, eu fui tirar uma foto com ele. Obviamente, tive que esperar uma fila de fãs.

Foi então que o espírito de um atleta campeão foi aguçado ao perceber que tinha um backdrop de uma bebida alcoólica em nossas costas. “É Brahma!”, disparou e reposicionou-se para meu deleite, escondendo a marca.

Rimos todos, mas na hora só senti a perspicácia de Marílson dos Santos com aquele backdrop e sua responsabilidade como atleta profissional.

Na sequência, tirei a foto com o cenário escolhido pelo campeão: umas palmeiras, areia, o mar no horizonte, a invisível brisa… e nós, humanos mortais. Nada de backdrop.

Os textos, informações e opiniões publicados nesse espaço são de total responsabilidade do autor. Logo, não correspondem, necessariamente, ao ponto de vista do Ativo.com

Sobre o autor

Harry Thomas Jr

Jornalista especializado em corridas de rua desde 1999, Harry competiu pela primeira vez em 1994 e desde então já completou 31 maratonas – sendo três sub 3 horas: São Paulo (2h59min30)... VEJA MAIS

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