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Estrada Velha de Santos: novo point de treino em São Paulo

Estrada Velha de Santos: novo point de treino em São Paulo

De tempos para cá, um novo pico de treino cresce e tem agradado aos que lá vão treinar nos fins de semana. Trata-se da Rodovia Caminhos do Mar (SP-148), mais conhecida como Estrada Velha de Santos, na região do ABC, na Grande São Paulo. Infelizmente, para chegar ao local um carro se faz necessário, pois o ponto de concentração se dá na SP-148 (Km 42) em Riacho Grande, São Bernardo do Campo, via Rodovia Anchieta ou Rodoanel Mário Covas.

Algumas assessorias esportivas têm ponto de concentração na área em frente aos dois clubes existentes no local, fazendo com que a estrada ganhe uma vibe running, principalmente nas manhãs de sábado.

Uma vez estacionado o carro, a Estrada Velha de Santos se torna uma ótima opção para corredores fazerem seus treinos, embora ela seja aberta a automóveis como veículos de manutenção e micro-ônibus (a comunidade de corredores tem se engajado junto ao poder público para fechá-la nos fins de semana).

 

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Porém, pelas características do percurso, que é curto, eu indicaria a Estrada Velha de Santos para treinos semi-longos ou aqueles entre 16 km e 24 km. Isso porque o trajeto possui 8 km de ida até o Pouso de Paranapiacaba (que tem uma vista espetacular da Serra do Mar e de parte da Baixada Santista) e outros 8 km para voltar.

Algumas regras devem ser seguidas: correr sempre no acostamento e no contra-fluxo dos veículos é fator de segurança fundamental. Entre as vantagens, é que ao longo de 16 km do trajeto (ida e volta) há uma boa variação de estímulos: temos o plano, o aclive e o declive – nada muito assustador, mas que cumprem seus papéis.

Outro ponto importante são os itens de vestuário e equipamentos. Correr munido de um boné garante que a chuva ou a garoa não atrapalhem seu treino, além da proteção natural em caso de sol.

Lembre-se que a Estrada Velha de Santos está na Serra do Mar, local de grande alternância de clima. A muda de roupa seca também é imprescindível para o pós-treino. Outra dica importante é, sempre que possível, levar um cinto de hidratação, pois nem sempre há água disponível no local de retorno do percurso.

Também deve-se reforçar o cuidado com a natureza. Não descartar sachês de gel de carboidrato, copos d’água e demais embalagens é o mínimo que se espera em qualquer situação – e a bela Estrada Velha de Santos não é uma exceção, obviamente.

Correr em grupo é outra boa pedida em termos de segurança, já que se trata de uma área menos movimentada. No mais, é curtir o ar puro e o visual da Mata Atlântica intacta que o Parque Estadual da Serra do Mar tem a oferecer a você.

Os textos, informações e opiniões publicados nesse espaço são de total responsabilidade do autor. Logo, não correspondem, necessariamente, ao ponto de vista do Ativo.com

Sobre o autor

Harry Thomas Jr

Jornalista especializado em corridas de rua desde 1999, Harry competiu pela primeira vez em 1994 e desde então já completou 31 maratonas – sendo três sub 3 horas: São Paulo (2h59min30)... VEJA MAIS

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