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Esporte ajuda alivar sintomas da endometriose pélvica

A endometriose pélvica foi descrita pela primeira vez por Sampson, um anatomista, em 1921. Trata-se de uma doença enigmática, multifacetada nos seus aspectos causais, no seu desenvolvimento, e no seu tratamento. Acomete 10 a 15% das mulheres em idade fértil e 40 % daquelas mulheres que procuram tratamentos para ter filhos em clínicas especializadas.

Uma das teorias causais mais aceitas diz respeito ao refluxo de fragmentos de endométrio (camada celular que reveste a cavidade do útero) através das trompas para dentro da cavidade pélvica durante o período menstrual e sua fixação à orgãos pélvicos causando inflamações.

Causa dores pélvicas e cólicas menstruais intensas, dores às relações sexuais e no meio do ciclo menstrual, e pode causar sintomas nos aparelhos urinário e intestinal em suas formas mais graves. Acima de tudo é uma doença que se não for diagnosticada a tempo pode, aos poucos, deteriorar a qualidade de vida da mulher.

O estresse, mal comum a todos os seres humanos hoje em dia e presença constante no mercado de trabalho competitivo, quando mal administrado pelas mulheres, pode colaborar para o seu desenvolvimento, assim como o adiamento da maternidade também expõe as mulheres ao risco da endometriose.

O esporte pode aliviar seus sintomas porque ajuda a modular a produção de hormônios, como os estrogênios, que colaboram para o desenvolvimento da doença, além de proporcionar a produção de substâncias responsáveis pela sensação de bem-estar e diminuição de dores, chamadas de endorfinas fisiológicas.

A prática esportiva também é responsável por melhorar a vida social e colaborar para que as mulheres portadoras da doença não se isolem. É muito frequente a mulher portadora de endometriose sentir-se diferente das outras mulheres por todo o preconceito que cerca esta doença, e isolar-se, acabando por deprimir-se.

Um programa que incluia oito semanas de caminhadas com uma frequência de três vezes por semana, duracão de 20 a 30 êminutos e com intensidade de 40% a 60% da frequência cardíaca máxima pode reduzir em 30% a intensidade da dor causada pela endometriose e também por outras doenças, como a fibromialgia. Com o passar do tempo, havendo as adaptações fisiológicas à prática esportiva, pode-se aumentar a intensidade e duração da atividade física, o que reduzirá ainda mais os sintomas

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