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Nutricionista esportivo: aliado para um desempenho melhor

Foto: Shutterstock

A busca dos brasileiros por saúde e qualidade de vida alavancou a profissão de nutricionista nos últimos anos. Um levantamento feito pela Federação Nacional de Saúde Suplementar apontou que houve um aumento de 27% nas consultas a nutricionistas em 2016.

Mas, para quem tem o esporte como um estilo de vida e está sempre em busca de novas metas, o nutricionista esportivo é mais indicado que o nutricionista clínico, já que o primeiro profissional relaciona a modalidade praticada aos aspectos fisiológicos, além de adequar a alimentação e a suplementação.

Embora a graduação dos profissionais dos dois nichos seja a mesma, o nutricionista esportivo tem uma formação complementar, com uma série de especializações, para atender pessoas que praticam atividade física.

O nutricionista tradicional atua de maneira geral em várias áreas da nutrição, combatendo sobrepeso e doenças como diabetes e hipertensão.

Pessoas que praticam esporte com frequência têm necessidades diferentes em relação a quem busca emagrecimento e uma melhor qualidade na alimentação.

O gasto energético é maior, e os níveis de hidratação são pontuais e específicos para cada momento. A disputa de uma maratona, por exemplo, requer cuidados especiais com a hidratação antes, durante e depois a prova.

Com a alimentação e a hidratação corretas – associadas, claro, a um programa de treinamento –, sobem as chances do atleta alcançar os resultados que deseja.

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“É uma área que se desenvolveu pelo crescimento do esporte no Brasil, principalmente as modalidades individuais. Houve um ‘boom’ da nutrição esportiva a partir do momento em que as pessoas passaram a querer cuidar mais da saúde. A nutrição esportiva cuida do impacto do alimento no estresse fisiológico e entende a dinâmica do organismo do atleta. Uma das funções do nutricionista esportivo é recuperar o atleta ao máximo para a próxima sessão de treino ou para o próximo desafio”, diz Mariana Klopfer, formada em nutrição pela USP e diretora clínica da Nutricius – Nutrição Esportiva.

Existem algumas particularidades nas dietas montadas para maratonistas, por exemplo.

Comuns na nutrição funcional, as dietas ricas em fibras podem prejudicar o corredor em alguns momentos.

A ingestão exagerada de fibras pode provocar desarranjos intestinais em treinos exaustivos ou provas longas.

Em contrapartida, as doses de carboidrato são mais generosas, uma vez que o corpo do atleta deve ser “turbinado” com energia.

“Uma das estratégias que o nutricionista esportivo usa é deixar o organismo pronto para o estresse físico. O corpo tem que estar todo voltado para o grau de energia que deve despender para a musculatura. Correr com muitos resíduos no intestino é ruim”, afirma Klopfer.

A supervisão da hidratação do atleta é igualmente importante, garante Klopfer.

Como a perda de líquido e sais minerais é acentuada entre os atletas, os cuidados com a reposição desses nutrientes também passam pelo nutricionista esportivo.

É ele quem aponta a suplementação mais indicada e a quantidade de cápsulas de sal que deve ser ingerida em determinadas ocasiões.

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