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Sal do Himalaia: saúde em grãos 

O Sal do Himalaia, considerado o mais antigo e puro dos sais marinhos, tem como origem uma reserva natural aos pés da cordilheira do Himalaia. Ele é rosa por acumular 84 minerais em sua formação – um processo natural que enriquece os cristais de sal. Dentre estes minerais essenciais (e saudáveis) para o organismo estão, por exemplo, cálcio, magnésio, potássio, cobre e ferro.

É o queridinho dentre os que buscam uma vida mais saudável, por não ser refinado e ter menos sódio que o sal de cozinha. Para um efeito comparativo, cada 1g do Sal do Himalaia tem 230mg de sódio (o refinado tem aproximadamente 400 mg).

 

 SÓDIO PODE SER IMPORTANTE ALIADO PARA O ATLETA

 ADULTOS CONSOMEM SAL EM EXCESSO

Especialistas afirmam que o consumo do sal do Himalaia traz benefícios específicos para a saúde. Rico em colóides, que facilitam a absorção de nutrientes pelas células, ele age como antioxidante e desintoxicante, colabora para a saúde vascular e para a função respiratória, equilibra o PH das células, reduz sinais de envelhecimento, fortalece os ossos, reduz a pressão arterial e desintoxica o corpo de metais pesados. Além disso, acentua mais o sabor dos alimentos do que o sal comum.

Mais saúde

Qualquer tipo de sal é responsável por dar mais sabor aos alimentos e por ajudar no equilíbrio hídrico do corpo. Por isso, o alimento não é vilão, mas o seu consumo deve ser equilibrado para que apresente benefícios para a saúde. Desta forma, o sal do Himalaia, ou até mesmo o sal light, que tem 197 mg de sódio em cada 1 g, são ótimas alternativas.

Vale lembrar que exagerar no consumo de sódio aumenta o risco de doenças cardiovasculares e de desequilíbrio da pressão arterial. Por recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS), o ideal é consumir de 5 a 6 g de sal por dia, mas os brasileiros utilizam o dobro: 12 g. Prefirir, portanto, o sal do Himalaia ou outros temperos, como os de ervas naturais, é uma das maneiras de reduzir o consumo excessivo de sódio. Orégano, manjericão, alecrim, salsinha e cebolinha, alho, cebola e limão também são boas opções.
Fontes:  Associação Brasileira de Nutrição , Anvisa, Organização Mundial da Saúde (OMS),  Essential Nutrition , Camila Torreglosa, nutricionista do HCor e Dra. Luiza Savietto, Nutriohm.

 

 

Redação

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