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Pés diabéticos: falta de cuidados na corrida pode levar à amputação

Foto: Shutterstock

O diabetes, que ganhou status de epidemia e atinge 14 milhões de pessoas no Brasil, tem os pés como um dos seus órgãos-alvo, o que faz com que os médicos peçam atenção redobrada na hora de evitar fungos e infecções. Caso os pés diabéticos não recebam monitoração, limpeza e proteção adequadas, a doença, a longo prazo, leva à perda da sensibilidade dos pés e à instalação de deformidades.

Maus hábitos e um estilo de vida desregrado, além da predisposição individual, estão envolvidos na origem do diabetes tipo 2. A corrida costuma ser indicada pelos médicos para que os riscos da enfermidade sejam amenizados – ajuda a prevenir infarto do miocárdio, acidente vascular cerebral, insuficiência renal e perda visual –, mas os diabéticos precisam de uma série de cuidados extras antes de partir para o exercício físico.

 

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Entre os problemas mais comuns para quem sofre com o mal, estão as micoses, principalmente as superficiais, que atingem a região das unhas e são capazes de provocar a amputação do pé. De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), três pessoas são amputadas diariamente em decorrência da doença.

Na corrida ou até mesmo em outros ambientes, a escolha das meias e dos tênis que vão proteger os pés deve ser criteriosa e sempre acompanhada de um especialista, explica o ortopedista Fábio Batista, especializado em pés diabéticos e salvamento funcional de membros em feridas complexas.

“Essas lesões, se não forem tratadas adequadamente, podem servir de porta de entrada para infecções mais severas, aumentando o risco da amputação. O diabético que tem a perda da sensibilidade deve obrigatoriamente usar meia, palmilhas e calçados apropriados e prescritos pelo médico, em qualquer ambiente, já que estão sob maior risco de desenvolver lesões complexas”, afirma.

Os cuidados para que diabéticos corram sem problemas não se limitam só aos pés. A endocrinologista Eveline Elias Terra diz que a aplicação da insulina pode ser feita antes ou depois da corrida. Cada caso deve ser avaliado individualmente.

“Não se pode dizer qual é o melhor horário para aplicar a insulina para quem vai correr, pois a aplicação vai depender do tipo de insulina, dos controles glicêmicos, dos fatores de sensibilidade e do tempo e intensidade da atividade. Esse caso é totalmente individual e pode sofrer variações. Portanto, o acompanhamento médico regular é essencial”, esclarece.

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