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Yellow diminui atuação e cria multa de R$ 30 para bike fora de zona específica

Foto: Foto: Divulgação

Uma mudança na operação do serviço de compartilhamento de bicicletas Yellow tem gerado insatisfação nos clientes que costumam utilizar as bicicletas amarelas pelas ruas de São Paulo. Depois de ganhar popularidade na capital paulista por seu sistema sem estações fixas, a Yellow passou a exigir na última semana que os usuários estacionem as bikes em regiões específicas, sobretudo na área da avenida Faria Lima, região empresarial da cidade.

Assim, cai por terra a principal vantagem que a Yellow vinha apresentando em seus dois meses de funcionamento: a possibilidade de encontrar e deixar as bicicletas em qualquer lugar da cidade.

Quem não deixar a bicicleta na área determinada pelo aplicativo (eixo Vila Olímpia/Faria Lima) está sujeito desde 1º de outubro a uma multa de R$ 30.

A Yellow justifica que essa penalização segue um “modelo adotado por todas as empresas de compartilhamento de bicicletas sem estação no mundo”.

“Eu era um usuário habitual, mas não consegui pegar a Yellow na Avenida Paulista, sentido Berrini. ‘Bicicletas amarelinhas se espalhando naturalmente pela cidade, até a periferia, onde as demais não chegam’ era a bandeira deles. E isso não faz nem 30 dias”, reclamou um usuário no grupo de Facebook Massa Crítica São Paulo.

A nova regra fez com que usuários deixassem de encontrar as bicicletas fora do eixo Faria Lima/Vila Olímpia. Em entrevista publicada pela VO2Bike em setembro, o diretor de comunicação e marketing da Yellow, Luiz Felipe Marques, afirmou que o sistema precisava de volume nas áreas periféricas para dar certo.

 

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“Nosso serviço precisa de volume. O nível de confiança das pessoas tem que ser assim: “desci do meu prédio ou do meu trabalho e quero uma bicicleta”. Se tem que procurar muito por uma bike, já não funciona. Nossa bike é para ser acessível. Queremos que todo mundo use, sem distinção se o cara tem mais grana ou menos grana. É um negócio de volume. Precisamos de muita gente usando para que dê certo”, disse.

Outro problema citado pelos clientes foi em relação aos horários de funcionamento da Yellow. O aplicativo notificou alguns usuários que as bicicletas não estariam em funcionamento em determinados horários dependendo da região.

A versão da Yellow

A Yellow justifica que entrou em uma nova fase da operação e que a expansão ainda está prevista.

“Temos um plano de expandir essa área de atuação pela cidade, de acordo com os dados de demanda que seguimos coletando à medida em que colocarmos mais bikes nas ruas, e de acordo com os pedidos da população. Locais com grande circulação de pessoas terão prioridade”, afirma Eduardo Musa, CEO da Yellow, ao site Vá de Bike.

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