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Além do esporte, ciclofaixas impulsionam o turismo em São Paulo

Pedalar aos domingos tem se tornado um hábito muito comum pelos amantes do ciclismo em São Paulo. Com as ciclofaixas de lazer atuando como meio de interligação entre vários locais, os atletas de fim de semana têm a oportunidade de unir a atividade física ao passeio turístico.

Mesmo que algumas das ciclofaixas não estejam em condições ideais, existem algumas interligações que são um prato cheio para quem quer aproveitar a cidade de bike. Pedalando para chegar de um lugar a outro, os paulistanos fogem do trânsito, fazem exercício e aproveitam o fim de semana.  As ciclofaixas funcionam das 7h às 16h.

 

>> Malha das ciclofaixas de lazer de São Paulo:

 

 

Sugestões de roteiro para curtir a cidade de bike: 

>> Do Parque Villa Lobos ao Parque Ibirapuera

Ao todo, são 11 km que ligam o Parque Villa Lobos ao Parque Ibirapuera. No caminho, o ciclista passa pela ciclovia da Faria Lima, uma das mais usadas da cidade, e por áreas em que há tanto estruturas permanentes quanto temporárias para ciclistas. A rota atravessa o bairro da Vila Olímpia, com uma  ciclovia de pista mais estreita e sinuosa  é preciso ter cuidado nos cruzamentos. É recomendado guardar uma “energia extra” para enfrentar a subida íngreme que leva à Avendia República do Líbano, rumo ao Ibira.

Parque Villa-Lobos

Paraíso para praticantes de esporte, o Parque Villa-Lobos oferece quadras de futebol, basquete de rua e vôlei de praia, ciclovia, pista para corrida e áreas para pique-nique. Também conta com uma biblioteca pública com extensa programação cultural e com o orquidário Ruth Cardoso

Visão do interior do orquidário Ruth Cardoso (Foto: Reproduçao Jardim e Paisagismo)

Inaugurado em 2010, o orquidário exibe milhares de exemplares de espécies provenientes da mata atlântica, em um domo envidraçado projetado para oferecer luz e ventilação na medida certa às plantas.  A visita é gratuita, e o orquidário fica aberto das 8h às 17h aos finais de semana. 

Parque Ibirapuera

Seguindo mais um pouco chega-se, enfim, ao Parque  Ibirapuera, o maior e mais famoso da cidade. É possível pedalar por todo o parque, com área de lazer para crianças, lanchonetes, aparelhos de ginástica e campos de futebol sendo alguns dos atrativos. 

Duas ótimas opções de lazer dentro do parque são o planetário e o MAM. O primeiro é hit garantido entre crianças, mas agrada também adultos curiosos sobre nosso sistema solar. Aberto aos finais de semana, tem entrada gratuita – as senhas são distribuídas uma hora antes de cada sessão. 

O domo do planetário do Parque do Ibirapuera

Aberto desde 1948, o Museu de Arte Moderna de São Paulo tem entrada gratuita aos sábados, oferecendo exposições itinerantes e uma programação cultural aberta ao público aos domingos, na marquise. O museu também abriga um elogiado restaurante para quem não tem restrições financeiras na hora de repôr as energias. 

 

 

>> Do Parque Villa Lobos ao Parque do Povo

Mais uma vez de um parque para o outro, desta vez com 11,5 km de percurso quase totalmente plano que separam um parque no Alto do Pinheiros, de outro no Itaim Bibi. 

 

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Chegando ao Parque do Povo, o ciclista encontra mais uma vez uma área extensa com opções gratuitas de entretenimento esportivo. Porém, lá não há lanchonetes, então é recomendado que o ciclista leve o seu próprio lanche – principalmente porque será necessário se alimentar depois de concluir esse trajeto. 

>> Avenida Paulista – Centro da cidade

O ciclista que quiser pedalar pela Avenida Paulista, que aos domingos não tem tráfego de veículos motorizados no horário da ciclofaixa, vai encontrar diversos pontos de lazer. Além das diversas atividades que acontecem ao ar livre, vale a pena ficar por dentro da programação do tradicional MASP, que além das exposições oferece um restaurante e um café. 

Inaugurado em setembro do ano passado, o Instituto Moreira Salles é o mais novo xodó cultural da avenida mais famosa de São Paulo. Com biblioteca, cinema e exposições fotográficas, o IMS oferece sete andares de “museu vertical” para serem explorados pelo visitante. A entrada é gratuita, e o lugar também dispõe de um café-restaurante. 

A fachada do Instituto Moreira Salles – o prédio foi eleito a melhor obra de arquitetura de São Paulo em 2017 pela APCA

Continuando sentido centro, o ciclista passa por pontos turísticos históricos da cidade, como o Theatro Municipal, o Viaduto do Chá, o Mosteiro de São Bento, e as praças Dom José Gaspar e Franklin Roosevelt – completar o percurso é garantia de “viver uma aula” sobre o centro histórico de São Paulo. 

Há a opção de fazer esse trajeto guiado com a Bike Tour SP, empresa especializada em passeios de bicicleta pela maior cidade do Brasil. A participação é gratuita, mas a companhia pede a doação de 2 kg de alimento não perecíveis. Quem não tem bicicleta pode usar as do acervo da companhia.

>> Desafio maior

Quem está realmente disposto a passar o domingo pedalando pode tentar encarar os 22 km da ciclofaixa que faz a interligação entre o Parque Ibirapuera, Parque Villa-Lobos, Parque do Povo e Parque das Bicicletas, em Moema. Assim como os três primeiros, o Parque das bicicletas, um pouco menor, também tem entrada gratuita

Ciclista passeia pelo parque das bicicletas

Aberto diariamente até as 22h, o Parque das Bicicletas é uma oportunidade para o ciclista terminar o percurso em contato direto com a natureza, e tem ciclovias, espaço dedicado a skate e patins e áreas exclusivas para caminhada. O local já foi palco de grandes eventos, como a Virada Esportiva e o programa Vida e Saúde nos Parques. 

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