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Você conhece os problemas de correr em jejum?

Você conhece os problemas de correr em jejum? Muitos atletas iniciante ao saírem para correr esquecem de se alimentar, ou não comem de propósito, sem saber  o quão mal isso pode ser para sua saúde e o rendimento nos treinos.

“Durante o jejum, a gordura será disponibilizada por um tempo para fornecer energia, mas depois e dependendo da intensidade do exercício, o organismo começa a utilizar massa muscular para fornecer energia para a atividade. Nosso corpo começa a perder massa magra e o exercício deixa de ser saudável”, diz Daniel Teodoro, diretor técnico da assessoria esportiva Teo Esportes.

Além de perder massa magra,  a pessoa que escolhe correr em jejum pode sentir falta de disposição, desânimo, apresentar visão turva e fraqueza.  

 

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A maioria dos corredores que opta por correr sem comer o faz pensando em emagrecer, porém essa estratégia não é recomendada por muitos treinadores e cientistas porque não é ancorada em estudos.

“Não temos evidências científicas de que treinar em jejum é mais eficiente tanto para a mobilização de gordura quanto para o processo crônico de emagrecimento e ainda menos para condicionar uma pessoa de forma saudável”, alerta o treinador Antonio Caputo, da assessoria esportiva Speed.

Segundo o técnico, o corpo exerce naturalmente mecanismos para manter a taxa de glicose estável durante o repouso, quando vamos praticar uma atividade física ainda nesse estado (jejum) ele já usou as reservas energéticas durante o sono e, assim, não as terá quando for exigido durante o treino. Por isso, procurará outras fontes para disponibilizar energia ao corpo.

A nutricionista Julia Vasconcellos, mestre em ciência do alimento pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, indica que o corredor deve se alimentar cerca de 40 minutos antes do treino.

“A refeição deve conter proteínas e carboidratos. Por exemplo, pão com queijo magro e geleia ou mel, ou pão com ovo mexido ou cozido, além de uma fruta ou suco.”, explica a nutricionista. “Apesar disso, devemos respeitar a individualidade, pois pessoas possuem tempo de digestão (esvaziamento gástrico) diferentes”, completa.

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