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Americano de 72 anos completa a 2.000ª maratona de sua vida

Foto: Reprodução

Aos 72 anos, o americano Larry Macon obteve um feito impressionante. Ele correu a 2.000ª maratona de sua vida, ao participar da Humana Rock and Roll Marathon, prova realizada em San Antonio, no Texas, neste domingo. O advogado foi o primeiro americano a alcançar este número, entrando para o Guinness Book.

A organização da Humana Rock and Roll Marathon preparou uma grande festa para o corredor e o recebeu com pompa na linha de chegada. Acostumado a correr em todos os cantos dos Estados Unidos, Macon quis cumprir sua meta em San Antonio, cidade onde vive.

“San Antonio é a minha casa, é onde meu coração está. Eu queria que muitos dos meus amigos de todo o país viessem a a San Antonio. Eles não entendem que é um ótimo lugar, e eu queria que vissem”, disse.

 

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Macon já chegou a correr 255 maratonas no ano de 2013 – embora o Guinness só tenha considerado 239 delas. Ele ganhou 300.00 milhas aéreas para voar pelos Estados Unidos e correr as provas em que se inscreveu naquela temporada.

O advogado é um dos primeiros membros dos clubes Marathon Maniacs e 50 States Marathon. O segundo grupo reúne atletas que já completaram ou querem completar uma maratona em cada  um dos estados americanos – Macon pode se orgulhar de ter obtido a façanha 23 vezes.

 

Nos Estados Unidos, o advogado é visto como uma lenda do mundo das maratonas. É parado frequentemente em provas por amadores que desejam tirar uma selfie ou cumprimentá-lo. O que aconteceu também em sua 2.000ª maratona.

“Com o Facebook e as redes sociais, as pessoas gostam de parar para tirar fotos. Isso faz com que eu complete as provas com 20 ou 30 minutos a mais, mas está tudo bem”, contou, acrescentando que não é um obcecado por tempos velozes.

“Em algum momento, eu sei que meu corpo vai dizer: ‘Adeus, você acabou’. Quando isso acontecer, eu só espero ter uma corrida muito boa.”

Enquanto não sente o peso da idade, Macon segue curtindo o esporte no qual decidiu mergulhar de cabeça aos 52 anos de idade.

“Foi um vício maravilhoso a uma vida que poderia ter sido segura e previsível. Eu comecei a correr só aos 52 anos. Fui para a escola, obtive bolsa de estudos, tive boas notas, entrei em uma grande empresa. Você pode imaginar como isso acabaria. Mas acabou sendo muito diferente”, comemorou. 

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