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Câmara hiperbárica: tratamento é opção para corredores lesionados

Foto: Hospital São Paulo

Um dos muitos tratamentos procurados por atletas, a oxigenoterapia hiperbárica utiliza a câmara hiperbárica para produzir efeitos terapêuticos a partir de oxigênio puro.

Utilizada por corredores que sofreram algum tipo de lesão aguda, a câmara hiperbárica ajuda a acelerar a recuperação das células e dos tecidos danificados.

Existem dois tipos de câmara, as que comportam apenas uma pessoa e as multiplaces, com mais lugares.

Seu interior é totalmente fechado e resistente à pressão. Ao entrar no equipamento, a pessoa é submetida à pressão de 2 a 3 vezes maior que a pressão atmosférica.

Como funciona o tratamento com a câmara hiperbárica

O oxigênio aplicado no tratamento é capaz de combater infecções bacterianas e fúngicas, auxiliar na cicatrização de feridas crônicas e agudas, potencializar a ação de alguns antibióticos e compensar a deficiência de oxigênio quando há o entupimento de vasos sanguíneos.

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A sessão dentro da câmara hiperbárica costuma durar aproximadamente 2 horas e o número de sessões pode variar de 15 a 40, dependendo da gravidade do caso.

Tratamento com câmara hiperbárica é opção para corredores lesionados
Interior de uma câmara hiperbárica multiplace


Principais lesões tratadas

Lesões agudas

  • Queimaduras
  • Traumatismos de ossos e/ ou partes moles
  • Gangrenas ou outras necroses
  • Abscessos, celulites
  • Síndrome de Fournier

Lesões crônicas

  • Pés diabéticos
  • Úlceras crônicas de extremidades
  • Osteomielites crônicas
  • Lesões actínicas (pós-radioterapia)

Possíveis riscos e recomendações

Por ser um lugar fechado, é possível sentir claustrofobia. Além disso, nas primeiras sessões, pode haver certa dificuldade de compensação dos ouvidos.

Há casos de convulsões por causa da intoxicação por oxigênio e barotrauma — pressão interior — de tímpano e de pleura. No entanto, são raros esses episódios.

Para utilizar a câmara hiperbárica é preciso que as roupas sejam de algodão, e é proibida a utilização de metais, equipamentos eletrônicos ou acessórios.

Ao entrar nela, devem ser removidos cremes, maquiagens e pomadas.

*Fontes: Márcio Aurélio Pereira de Castro, diretor técnico da Clínica Oxylife, CRM: 5261956-3

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