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Além da Brigadeiro: as dificuldades da São Silvestre

Foto: Divulgação

A famosa subida da Avenida Brigadeiro Luís Antônio sempre é lembrada quando se fala das dificuldades da São Silvestre, a corrida mais importante do calendário brasileiro. Apesar de ser levado muito em conta no planejamento do atleta, esse obstáculo não é o único com que ele deve se preocupar: a prova é recheada de nuances que colocam o seu condicionamento físico à prova.

Segundo o treinador Adriano Bastos, o trajeto inteiro possui oscilações de altura que comprometem a preparação do corredor: “Há vários trechos que vão te minando, até atingir o ponto crítico que é a Brigadeiro”. Com a largada de manhã, a temperatura vai se elevando. Ao chegar na ladeira, o calor também se torna um desafio a ser superado. 

Para o treinador Rodrigo Lobo, além do verão estar em seu auge, a data da prova também traz outras complicações: “Último dia do ano, pós-festas, você já está cansado. O atleta deveria entrar num trabalho regenerativo e vai enfrentar uma prova de 15 km”. O caráter festivo da São Silvestre, no entanto, pode compensar. A prova não é ideal para conquistar tempos melhores, e sim para obter rodagem e comemorar com os amigos, segundo Lobo.

 

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Outro fator que atrapalha as tentativas de melhorar sua marca é a lotação: em todas as edições o início da prova é muito atrapalhado pela alta concentração de pessoas. “A largada costuma ser num pace muito diferente do que se está acostumado, então é complicado para encaixar ritmo, ajustar técnica e postura”, explica Lobo. Para evitar o grande tráfego de atletas, acordar cedo e se posicionar com antecedência é muito importante, apesar de cansativo.

A ansiedade para começar logo a correr distrai bastante, mas não se esqueça de que a hidratação é essencial para completar os 15 km sem arriscar sua saúde. Além de recomendar o uso de todos os postos de água, Adriano Bastos tem uma técnica para antes da corrida: “Uma garrafinha de isotônico ou uma de água com carboidrato em gel diluído”.

 

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