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Scale ou RX: quando optar pela adaptação do workout

Você sabe o que significa Scale ou RX? Sempre que vemos um workout para os dois “tipos de atletas” sabemos que há a possibilidade de adaptações ou “as prescribed” (como prescrito, em português), conhecido como RX.

Muitos boxes e campeonatos introduzem em suas metodologias ou pré-requisitos diferentes versões para um mesmo workout. Assim, oferecem aos atletas variações de exercícios, cargas e repetições, atendendo às necessidades e respeitando os limites de cada atleta.

Porém, quem opta pelas adaptações percebe, em curto ou longo prazo, que pode não pertencer mais ao grupo de atletas Scale. Então como decidir entre Scale ou RX? A coach norte-americana Maria Roselle escreveu para a revista BoxLife ajudando como fazer a escolha.

 

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“Vejo constantemente atletas que continuam usando as mesmas cargas e adaptações desde quando começaram no crossfit. Quando pergunto o porquê, eles dizem que fazer RX seria muito difícil. Mesmo assim eles seguem terminando os workouts 5 minutos antes que todos da aula”, contou a treinadora com certificado Level 1 da CrossFit Inc.

Ela recomenda que os atletas saiam da zona de conforto, caso contrário os “próximos passos” sempre serão mais difíceis. “Eles estão adiando um sofrimento que não sabem se realmente terão”, comenta Maria Roselle.

QUAL A HORA DE IR PARA O PRÓXIMO PASSO?

A Coach cita alguns sinais que devem ser levados em consideração e mostram que é hora de sair do Scale e ao menos tentar o RX:

  • Finalizar o workout antes da maioria com frequência;
  • Terminar o WOD e sair conversando normalmente;
  • Sentir que o WOD “não foi difícil”, e que você poderia repetir em alguns minutos;
  • Quando você consegue realizar todos os movimentos e em grandes séries, enquanto outras pessoas não realizam todos ou fazem um grande número de quebras;
  • Falta de suor ou cansaço muscular

Se você se encaixa em algum dos casos, considere a possibilidade de diminuir as adaptações. As recomendações são: aumente o número de repetições e suas cargas levemente, sempre com auxílio do seu coach. “O que pode acontecer de pior é você não terminar um workout ou precisar diminuir a carga no meio de um WOD. Não se preocupe se acontecer, encontre a carga ou repetições ideais e siga em frente”, reforça a treinadora.

QUAL A HORA DE DAR UM PASSO ATRÁS?

Maria lembra que os WODs são montados de maneiras diferentes: algumas vezes com cargas altas, exigindo muito da força, outras com pouca carga, exigindo velocidade. “Primeiro, você deve ter certeza que é capaz de realizar todos os movimentos, por isso converse com seu treinador”, recomenda.

“Veja, por exemplo, a Fran (21-15-9 Thursters e Pull-Ups). A carga é leve, mas exige velocidade. Um atleta com muito tempo de crossfit é capaz de realizar o workout cinco, quatro, até dois minutos. Mas um aluno novato pode não conseguir fazer todos os os Thrusters com aquela carga. Por isso é importante saber ajustar a carga pensando no WOD como um todo”, reforça a Coach.

Ela ainda finaliza lembrando do processo de aprendizado que todos passarão ou já passaram. “Recomendo a todos que saim da zona de conforto, mas há momentos em que modificações são necessárias, até que se acostume com as cargas ou aprenda a fazer os movimentos com consistência”. E você é Scale ou RX?

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