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Toda mulher pode e deve correr

Cresce a participação das mulheres nas corridas e em provas. A invasão das mulheres nas corridas é notável, seja em parques ou outros locais de treinamento, elas conquistam cada vez mais espaço no cenário das provas de corrida. Correr traz uma série de benefícios para os que tomam a iniciativa em deixar a preguiça de lado e começar a dar as primeiras passadas. A diferença está em cuidados especiais que a mulher e seus hormônios exigem. 

POR QUE CORRER?

Benefícios físicos

A corrida estimula a absorção de cálcio pelos ossos e, conseqüentemente, aumenta a densidade óssea da mulher, diminuindo a incidência de osteoporose. Uma doença que se manifesta muito nas mulheres.

Correr ameniza os sintomas da TPM, mulheres que tem uma rotina de treinos, conseguem se manter mais calmas e menos irritadas nessa fase, diferentemente daquelas que interrompem ou não praticam numa atividade física, por conta disso ficam mais insatisfeitas e irritadas.

A corrida pode ser uma aliada na prevenção no câncer de mama, algumas pesquisas tentam comprovar que, o exercício físico fortalece o sistema imunológico, sendo assim, um sistema inume mais resistente facilita e eliminação de células cancerosas.

Não é preciso descartar a corrida quando se tem alguma patologia, como problema no coração, asma, diabetes, artrite, osteoporose, entre outros. O importante é que você procure um medico do esporte para entender as restrições da doença e descobrir formas de adaptar um programa de treinamento ao seu tipo de problema, sempre com a orientação de um profissional da área.

Benefícios psicológicos

Alivia o estresse e a ansiedade, dá motivação para manter hábitos saudáveis, como parar de fumar, dormir bem, além de melhorar a auto-estima e concentração.

A mulher que deseja começar correr deve estar atenta com algumas particularidades do corpo feminino, a composição corporal e a estrutura óssea são as mais conhecidas, que trazem implicações ao movimento de corrida e a incidência de lesão.

Em geral a mulher apresenta quadris mais largos, estudos feitos comparando a biomecânica entre a mulher e o homem mostram que durante a fase de contato da pisada com o solo, as mulheres tendem a rodar o quadril para dentro a abduzir os joelhos (movimento para fora), o que pode ser uma fator de risco para lesões no joelho.

Outra analise mostra que a fratura por estresse é mais comum nas mulheres. A razão parece estar relacionada com a tríade da mulher atleta, em que distúrbios alimentares levam a redução da gordura corporal e os níveis de estrógeno, gerando amenorréia ou oligomenorréia (ausência ou ciclos menstruais irregulares). A baixa concentração de estrógeno gera também a redução na concentração de cálcio na estrutura óssea, conseqüentemente menor densidade óssea e maior predisposição a fratura por estresse. Esses pontos do organismo feminino inspiram mais atenção na hora de correr.

Bons treinos!
  

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