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Perfil metabólico: gastando energia na medida certa

Foto:  Esses dados reforçam ainda a necessidade do consumo de nutrientes adequados, mostrando que a qualidade da alimentação diária do atleta têm fundamental importância para o fornecimento de adenosina tri-fosfato (ATP), considerada a única fonte de energia química potencial utilizada pelo organismo durante o esforço físico.

Num treinamento de natação, por exemplo, para realizar três tiros na piscina, o atleta segue três padrões distintos de metabolismo energético. Ao empenhar o organismo no esforço, a primeira mudança notada a nível celular é a decomposição do ATP em ADP (adenosina di-fosfato) e ácido fosfórico mais energia, energia essa originada pela reciclagem continua deste ATP através de três caminhos metabólicos: fósforo-creatina, anaeróbico e aeróbico.

O processo de reciclagem de ATP da creatina-fosfato (CP), presente nas células, viabiliza o esforço de alta intensidade, mas tem curta duração e baixa eficiência. No tiro de 25m, por exemplo, o atleta utiliza primeiro a CP para disponibilizar energia para o nado, Entretanto, o sistema CP funciona no máximo 10 a 15 segundos e precisa de um tempo de recuperação significativo para restaurar. Desta forma, a utilização do oxigênio foi um fator mínimo durante o percurso do atleta, que completou a distância com uma única respiração.

Ao nadar os 100m, o atleta é forçado a diminuir a velocidade por causa da distância. Nesta fase, ao invés de utilizar a CP para reciclar o estoque de ATP, o glicogênio (glicose) entrou em cena, permitindo que o atleta completasse 72 segundos de velocidade no seu ritmo mais forte.

Da mesma maneira que a CP, o glicogênio é armazenado nas células musculares, no entanto ele recicla o ATP de maneira mais lenta, porém mais durável que a CP. Apesar de respirar mais vezes durante os 100m, o metabolismo que fornece energia para este esforço não necessita de oxigênio (anaeróbico não oxidativo).

O processo de usar oxigênio para reciclar ATP primeiramente da glicose é chamado metabolismo aeróbico. Embora o processo seja mais lento e crie menos energia do que a CP e o metabolismo anaeróbico, é muito eficiente para a atividade de longa duração.

Ao nadar 500m, por exemplo, o atleta necessita de usar sua energia por mais de sete minutos em ritmo lento. Isso é possível com o uso do sistema aeróbico.

Com base nestes padrões distintos, verifica-se que um importante propósito do treinamento de natação é desenvolver a habilidade do organismo de metabolizar cada um desses sistemas de geração de energia: CP, anaeróbico e aeróbico. E é justamente a partir desses dados que os nadadores se especializam em curtas, médias ou longas distâncias, já que a forma com que cada atleta utiliza a energia corresponde à sua habilidade de matabolizar efetivamente no sistema correspondente.

Embora raro, existem nadadores que possuem ampla capacidade de produção de energia que os possibilita grandes resultados em provas de curta e longa distância. Por conta disso, a comunidade científica da natação tem identificado várias zonas de treinamento que são definidos por um número de fatores.

No nível mais básico, há duas zonas de energia: anaeróbica (curta distância ou rápida) e aeróbica (resistência), categorizados por suprimento de energia, duração do exercício, distância do nado, nível de ácido lático e batimento cardíaco.

Metabolismo aeróbico - Indo longe

O processo de usar oxigênio para reciclar o ATP da glicose é chamado de metabolismo aeróbico. Embora o processo seja mais lento e crie menos energia do que o CP e o metabolismo anaeróbico, é muito eficiente para longa duração. Os 550 yard estilo livre de Freddie, que necessitam o uso de sua energia por mais de sete minutos em ritmo lento, é possível com o uso de seu sistema aeróbico de energia.

Um importante propósito do treinamento da natação é desenvolver a habilidade do organismo de metabolizar cada um dos três sistemas de geração de energia: CP, anaeróbico e aeróbico. Comumente, nadadores que se especializaram em curtas, medias ou longas distâncias, correspondendo à sua habilidade de metabolizar efetivamente no sistema. Embora seja raro, alguns nadadores possuem ampla capacidade de produção de energia, o que os possibilita conseguir grandes resultados em provas de curta e longa distância.

A comunidade científica da natação tem identificado várias zonas de treinamento que são definidas por um número variado de fatores. No nível mais básico, há duas zonas de energia: aeróbica (curta distância ou rápida) e aeróbica (resistência). Os níveis anaeróbico e aeróbico podem ser categorizados em níveis adicionais (5 a 7, em geral, são aceitos). Estes níveis são categorizados por suprimento de energia, duração do exercício, distância de nado, nível de ácido láctico e batimento cardíaco.

Por Fernanda Espíndola
(Revista Natação Hammerhead nº4)

 Esses dados reforçam ainda a necessidade do consumo de nutrientes adequados, mostrando que a qualidade da alimentação diária do atleta têm fundamental importância para o fornecimento de adenosina tri-fosfato (ATP), considerada a única fonte de energia química potencial utilizada pelo organismo durante o esforço físico.

Num treinamento de natação, por exemplo, para realizar três tiros na piscina, o atleta segue três padrões distintos de metabolismo energético. Ao empenhar o organismo no esforço, a primeira mudança notada a nível celular é a decomposição do ATP em ADP (adenosina di-fosfato) e ácido fosfórico mais energia, energia essa originada pela reciclagem continua deste ATP através de três caminhos metabólicos: fósforo-creatina, anaeróbico e aeróbico.

O processo de reciclagem de ATP da creatina-fosfato (CP), presente nas células, viabiliza o esforço de alta intensidade, mas tem curta duração e baixa eficiência. No tiro de 25m, por exemplo, o atleta utiliza primeiro a CP para disponibilizar energia para o nado, Entretanto, o sistema CP funciona no máximo 10 a 15 segundos e precisa de um tempo de recuperação significativo para restaurar. Desta forma, a utilização do oxigênio foi um fator mínimo durante o percurso do atleta, que completou a distância com uma única respiração.

Ao nadar os 100m, o atleta é forçado a diminuir a velocidade por causa da distância. Nesta fase, ao invés de utilizar a CP para reciclar o estoque de ATP, o glicogênio (glicose) entrou em cena, permitindo que o atleta completasse 72 segundos de velocidade no seu ritmo mais forte.

Da mesma maneira que a CP, o glicogênio é armazenado nas células musculares, no entanto ele recicla o ATP de maneira mais lenta, porém mais durável que a CP. Apesar de respirar mais vezes durante os 100m, o metabolismo que fornece energia para este esforço não necessita de oxigênio (anaeróbico não oxidativo).

O processo de usar oxigênio para reciclar ATP primeiramente da glicose é chamado metabolismo aeróbico. Embora o processo seja mais lento e crie menos energia do que a CP e o metabolismo anaeróbico, é muito eficiente para a atividade de longa duração.

Ao nadar 500m, por exemplo, o atleta necessita de usar sua energia por mais de sete minutos em ritmo lento. Isso é possível com o uso do sistema aeróbico.

Com base nestes padrões distintos, verifica-se que um importante propósito do treinamento de natação é desenvolver a habilidade do organismo de metabolizar cada um desses sistemas de geração de energia: CP, anaeróbico e aeróbico. E é justamente a partir desses dados que os nadadores se especializam em curtas, médias ou longas distâncias, já que a forma com que cada atleta utiliza a energia corresponde à sua habilidade de matabolizar efetivamente no sistema correspondente.

Embora raro, existem nadadores que possuem ampla capacidade de produção de energia que os possibilita grandes resultados em provas de curta e longa distância. Por conta disso, a comunidade científica da natação tem identificado várias zonas de treinamento que são definidos por um número de fatores.

No nível mais básico, há duas zonas de energia: anaeróbica (curta distância ou rápida) e aeróbica (resistência), categorizados por suprimento de energia, duração do exercício, distância do nado, nível de ácido lático e batimento cardíaco.

Metabolismo aeróbico – Indo longe

O processo de usar oxigênio para reciclar o ATP da glicose é chamado de metabolismo aeróbico. Embora o processo seja mais lento e crie menos energia do que o CP e o metabolismo anaeróbico, é muito eficiente para longa duração. Os 550 yard estilo livre de Freddie, que necessitam o uso de sua energia por mais de sete minutos em ritmo lento, é possível com o uso de seu sistema aeróbico de energia.

Um importante propósito do treinamento da natação é desenvolver a habilidade do organismo de metabolizar cada um dos três sistemas de geração de energia: CP, anaeróbico e aeróbico. Comumente, nadadores que se especializaram em curtas, medias ou longas distâncias, correspondendo à sua habilidade de metabolizar efetivamente no sistema. Embora seja raro, alguns nadadores possuem ampla capacidade de produção de energia, o que os possibilita conseguir grandes resultados em provas de curta e longa distância.

A comunidade científica da natação tem identificado várias zonas de treinamento que são definidas por um número variado de fatores. No nível mais básico, há duas zonas de energia: aeróbica (curta distância ou rápida) e aeróbica (resistência). Os níveis anaeróbico e aeróbico podem ser categorizados em níveis adicionais (5 a 7, em geral, são aceitos). Estes níveis são categorizados por suprimento de energia, duração do exercício, distância de nado, nível de ácido láctico e batimento cardíaco.

Por Fernanda Espíndola
(Revista Natação Hammerhead nº4)

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