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Rapadura: um doce que serve de suplementação para os corredores

Feita a partir do caldo concentrado da cana-de-açúcar, a rapadura não remete apenas à infância: ela é um alimento rico em nutrientes como cálcio, magnésio, ferro e potássio. Apesar do alto valor calórico, o doce pode ser um ótimo energético para corredores, principalmente para os que participam de provas de montanha ou longas distâncias, que precisam repor o “combustível gasto” durante o exercício.

Além disso, é capaz de fortalecer os ossos por ser uma boa fonte de cálcio — e está ligada à prevenção de câimbras e osteoporose. Mas não pense que o quitute só tem benefícios. Caso seja consumido da maneira errada, pode agir como uma bomba calórica na balança. “Em exercícios de corrida curta, como tiros ou pequenas distâncias, a rapadura não é um alimento recomendado, porque o corredor não gasta a energia suficiente para repor por meio do doce”, alerta Bruna Pavão, nutricionista e consultora da agência BP Marketing Nutricional.

 

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Como cada um tem um comportamento individual e uma estratégia alimentar diferente durante a corrida, não é possível definir uma quantidade exata de rapadura para consumo. Entretanto, o período recomendado para ingerir o doce é durante o exercício, como os géis de carboidrato, um dos responsáveis para manter o corredor firme nas passadas.

Mas a rapadura pode substituir os géis de carboidrato? A resposta é sim: considerada uma opção barata e de fácil acesso, ela pode ser utilizada como uma fonte de carboidratos substituindo ou alternando com o gel de carboidrato. Pode também ser ingerida no pós-treino, dependendo da necessidade do atleta, para acelerar a recuperação muscular.

Porém, atenção caso consumida no pré-treino. “Como todo carboidrato puro, ela deve ser evitada antes de qualquer treino, porque pode causar um problema chamado hipoglicemia de rebote, uma reação de defesa do organismo quando é ingerida uma grande quantidade de açúcar antes de uma atividade intensa. O sangue fica carregado de glicose e o corpo é obrigado a diminuir esse índice glicêmico, causando a hipoglicemia. A descompensação pode gerar cansaço, mal estar e fadiga durante o treino”, finaliza a nutricionista.

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