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Entenda como melhorar seu rendimento e qual é a hora certa para trocar de treino

Foto: iStock

Questão comum entre os praticantes de musculação, trocar de treino é sempre uma experiência nova e um desafio. Geralmente a mudança acontece após 8 semanas de treinamento ou quando a musculatura está “acomodada”. Ou seja,  já não apresenta respostas eficientes aos estímulos do treinamento.

Há diversos fatores que envolvem as mudanças na planilha. Entre eles está a adaptação muscular aos exercícios, a mudança de objetivo do aluno. Existe ainda a questão da monotonia, quando a pessoa não se sente motivada para treinar.

“Muita gente não gosta de musculação, então deixamos o treino mais funcional, com menos máquinas. Conseguimos tornar a rotina mais leve e prazerosa”, explica Luis Hillmann, professor da Bodytech.

Ficar atento aos sinais do corpo também é essencial para perceber a necessidade de trocar de treino, mas é a partir da avaliação física e de uma conversa com seu treinador que determinará os ajustes na ficha. 

 

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“Tanto para a intensidade, como para a frequência, devemos levar em conta o planejamento de treino estipulado para o aluno, assim como a sua disponibilidade de frequência ”, completa Hillmann. “Não adianta montar um programa para cinco vezes na semana e ir a academia apenas duas vezes. O objetivo com certeza não será alcançado e pode gerar frustração”, conclui.

A mudança de treino e o aumento da intensidade devem trabalhar com a alimentação e o estilo de vida. Assim, o consumo de alimentos deve estar de acordo com cada modalidade praticada.

“A alimentação deve ser ajustada de acordo com o treino, o estilo de vida e a individualidade de cada um. Assim é possível ter mais saúde e disposição para alcançar os seus objetivos”, explica Juliane Ruiz, nutricionista esportiva.

De acordo com Daniela Lasman, nutricionista da Bodytech, treinos mais intensos requerem refeições que contribuam para um bom rendimento. A quantidade a ser consumida depende de tempo antes do treino, do peso do indivíduo, do objetivo e do tipo de treino”, explica. 

Pensando no pré-treino, é essencial que a refeição não seja de difícil ingestão e não prejudique o treinamento. Nesse caso, o carboidrato é mais indicado e pode ser acompanhado de outro alimento.

“A própria suplementação pode ser baseada em ovos, arroz e feijão. Não precisa ser whey protein ou algo similar. Mas para quem gosta, também são indicadas a creatina e a cafeína. A primeira aumenta a força de explosão e contribui para um melhor rendimento, e a segunda ajuda a diminuir a percepção de esforço”.  

*Fontes: Kênia de Carvalho Rocha, professora da Fórmula Academia Frei Caneca; Luis Hillmann, professor da Bodytech Vila Olímpia; Daniela Lasman, nutricionista da Bodytech Iguatemi São Paulo, CRN 26103; Juliane Ruiz, nutricionista esportiva, CRN 55846.

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